segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Devaneios etílicos e sãos - Parte Dois

Desde sempre eu, desde sempre outra, desde sempre alguém. 
Desde sempre nunca, desde sempre nada, desde sempre, amém.


Não esperar nada,
não esperar ninguém,
me assombra e me consola, não sei bem.
Um estar só sem fim...


Duendes: estreitam o corredor enquanto você bebe.


Nuvens de algodão... e uma lua louca a desafiar a escuridão!

4 comentários:

  1. Você me surpreende cada vez mais, pois tem uma voz potente, palavras de força, presença mais do que marcante em cada gesto!

    Sou fã!

    Beijos, querida! Continue escrevendo mais e mais, sempre!

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  2. Duendes, eu os vi quando tomei duas doses de absynto. Tudo ficou verde, mas não matou a sede, agarrei a gelada, maldita e malvada. Acordei perdido sem nada na mente, mas uma visão indecente.

    Parabéns pelo texto

    MarquesK

    Só o Rock Alivia

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  3. "Um estar só sem fim..."

    Beijo o teu poema e mergulho em minhas águas de soletude.

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