Devaneios etílicos e sãos - Parte Dois

Desde sempre eu, desde sempre outra, desde sempre alguém. Desde sempre nunca, desde sempre nada, desde sempre, amém. Não esperar nada, não esperar ninguém, me assombra e me consola, não sei bem. Um estar só sem fim... Duendes: estreitam o corredor enquanto você bebe. Nuvens de algodão... e uma lua louca a desafiar a escuridão!